
Ao bater da hora do silêncio, o jardim de cores de uma paleta chega, finalmente, ao seu epílogo.
Reclama por um pedaço de céu azul, tendo como testemunha um deslumbrante raio de sol. Em harmonia com as páginas do calendário de uma maçã sai triunfalmente de cena. Na sua magistral despedida derrama uns salpicos de tinta, em ebulição.
Junto ao xadrez, o espelho de água, indiferente, continua o seu compasso de dança.