PREOCUPAÇÃO EM EXPLORAR O INCONSCIENTE
Desço as profundezas do inconsciente, e o silêncio segreda-me, o existente é a existência em si. Nós somos Deuses, somos um fio de água a entrar por Mar dentro, a continuação de um pedaço de terra em que plantamos as nossas árvores... Eu nas minhas utopias aniquilo as jaulas dos meus olhos e deixo eles voarem, oferecem uma maçã com a mão esquerda, enquanto devoro este jogo da vida, esperando que chegue a hora de tirar a mascara...
Para terminar deixo umas palavras do blog Magia...
... o que conta não são os dedos que conto, mas a estória que cada um dos dedos tem para me contar... - Nem só de anéis se enfeitam os dedos! -..................................................................................



6 Comments:
Sem palavras... gostei....nós somos aquilo que queremos ser, com mascara ou sem mascara a vida é para ser vivida tal como ela é...a terra ,o mar, o ceu são elementos essenciais á tua existencia, espero que ao menos a mascara que tens em ti nunca seja diferente daquilo que tu es na realidade, o Deus olha-te e voando te acompanha na tua existencia e insanidade mental... que as tuas utopias falem bem alto e nao te deixem amargurar.Está soberbo este quadro, sem duvida alguma, diz muito da tua personalidade e da tua maneira de estar nesta vida. Sê como es, único...eu naquilo que a minha condiçao me dá, estarei aqui ...Beijo com muito carinho da tua Bea.
Adoro Tu A-Mac.
Existe muita força neste teu olhar. Só dei dizer que é talvez o quadro que mais me tocou, no meu intimo
Beijnhos
Branca
Muito bom amigo...
RC
Olá Marciano!
E quando se tira a máscara, nada mais há a esconder... ficamos todos á mostra :P , quer dizer, ficamos descarnados até ao osso.
Aqueles olhos voadores são... são... são... curiosos :P
Quanto ás palavras dessa Magia, aqui só para nós que ninguém nos ouve... não lhe dês muita credibilidade, ela não bate bem!
Deixo-te um tsunami de sonhos...
visto a esta luz
Visto a esta luz és um porto de mar
como reverberos de ondas onde havia mãos
rebocadores na brancura dos braços
Constroem-te um ponte
que deverá cingir-te os rins para sempre
O que há horrível no teu corpo diurno
é a sua avareza de palavras
és tu inutilmente iluminado e quente
como um resto saído de outras eras
que te fizeram carne e se foram embora
porque verdade sem erro certo verdadeiro
nada era noite bastante para tocarmos melhor
as nossas mãos de nautas navegando o espaço
os corpos um e dois do navio de espelhos
filhos e filhas do imponderável
de cabeça para baixo a ver a terra girar
Quero-te sempre como nã querer-te?
mas esta luz de sinopla nas calças!
este interposto objecto
e o seu leve peso de eternidade
Mário Cesariny
bjs da tua Bea
A exploração do inconsciente é mesmo algo muito surreal, algo muito instigante que me fascina...
O subjetivo me seduz...
Adoro os trabalhos seus.
é ARTE pura!
www.flickr.com/photos/isabelbieger
e depois diz algo dos meus...
Muita luz
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