A um recanto depara-se o peão do xadrez da vida e o enigma de um diário que, em harmonia, bebem toda a beleza de uma maçã...
O meu barco da utopia naufragou. Suspendo a respiração. O tempo estacou.
Ainda que me torne oculto na minha solidão, não consigo encontrar-me. A irracionalidade persegue-me numa precisão de loucura...
E só, com o corpo sofrido, as veias destemperadas e os olhos de Sal, a minha visão não alcança nada, apenas as minhas pegadas na areia… talvez só o Mar nos seus circuitos das ondas...
Para finalizar exponho as palavras do Grande Al Berto...
Que horas serão dentro do meu corpo?
Que mineral vermelho jorraria se golpeasse uma veia... não sei... não sei...
O que vejo já não se pode cantar...









































