Nunca entendeste este enorme silêncio da minha sombra.
Eu habito um corpo angustiado, metade abaixo da terra, metade para lá da cortina do céu. E é este véu azul que eu sulco, como quem rasga o peito, como quem procura terra fértil para semear a minha essência…
E as maçãs, na sua insanidade, voam deixando um aroma de liberdade…

























