terça-feira, julho 16, 2013
Aniversário do Notícias de Vizela
domingo, abril 14, 2013
Efeito Borboleta
quarta-feira, abril 03, 2013
terça-feira, janeiro 08, 2013
Alucinação
Acabei de fumar mais um cigarro. Não sei se estou acordado se estou a dormir. O lápis que traça o meu destino encontra-se encostado ao espelho do Olimpo. Como abutres sobrevoando um corpo em fragmentação, surgem esvoaçando bocas.
quinta-feira, dezembro 13, 2012
14 de Janeiro
sexta-feira, novembro 23, 2012
47 Degraus
sábado, novembro 03, 2012
Estendal do Tempo
quinta-feira, outubro 25, 2012
Entre o Mar e o Sonho
sábado, outubro 13, 2012
O FAUNO
terça-feira, outubro 09, 2012
Baile das Maçãs Voadoras

sexta-feira, setembro 21, 2012
Virar as Costas ao Tempo
sábado, setembro 08, 2012
Cupido
terça-feira, junho 05, 2012
Auto-Retrato II
sexta-feira, maio 18, 2012
Caçadora de sonhos
terça-feira, abril 24, 2012
A mão galinha
(Dedicado a Maria de Gala)
segunda-feira, abril 16, 2012
|A|garra
terça-feira, março 27, 2012
Exposição Sob a Pele da Maçã
Sob a pele da maçã existem asas que ousam voar...
Sob a pele da maçã há um barco de sonhos...
Sob a pele da maçã há o prazer de degustar o sabor das letras e das cores...
Sob a pele da maçã há um coração que palpita nas suas utopias...
Sob a pele da maçã... o xadrez da vida.
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
Anemómetro
A senda pela busca da inspiração incitou-me a zarpar, há alguns anos, por mares navegados por outros, numa rota incerta, traçada por mim. Navegar junto à costa trazia muitas insónias, pelo que me aventurei em alto mar. O meu barco foi fustigado por tempestades algumas vezes, andou à deriva outras, quase naufragava em oceanos de eterna agitação de águas, escarpeladas e agitadas por tufões, correntes e vendavais. Enfrentando um mar em fúria, fui velejando à bolina, traçando a minha carta marítima. Mantive sempre os mastros erguidos, hasteando a minha insígnia. Escuto o murmúrio das pedras que me chamam… Está na hora de atracar. À entrada na barra, muito suave, estendem-me o tapete do xadrez da vida. Esvoaçando sobre o navio, o grasnar apoteótico das maçãs acompanha a minha escala. No cais, atento à direção do vento, vislumbro o anemómetro, que me guia e indica onde aportar.
segunda-feira, janeiro 09, 2012
Estro
(80cm x 60cm)“Quem és tu?”, pergunto.
“Ninguém”, murmuras.
domingo, outubro 30, 2011
3º Toque
A ocasião assim o exigia. Mirando de alto a baixo, o espelho reflete uma paleta engalanada. Perscruta-se minuciosamente: os pigmentos estão secos, nó windsor na gravata... Um nervoso miudinho percorre-a. Aguarda uma chamada que abrirá o portão das jornadas a percorrer. Sabe que é um passo para o desconhecido. Ignora para onde a leva – talvez do nada para lugar algum. A luz azul que envolve o seu corpo é um enigma que sufoca. Olha para o telefone que continua mudo. Sente o sonho no leve esvoaçar das maçãs. Os pincéis germinam em solo fértil. Estremece... o telefone toca três vezes. Está na hora!!!












